sábado, 26 de abril de 2014



TRÍDUO, PROCISSÃO E MISSA SOLENE EM HONRA A SANTO EXPEDITO


No início da semana da oitava da páscoa em que a Igreja celebra, a comunidade Santo Expedito deu início na terça-feira o tríduo em honra ao padroeiro. Modificação feita em conta das solenidades da Semana Santa que revivemos na semana anterior. 


No 1º dia tivemos a bela Celebração da Palavra presidida pelo casal Olair e Jacira que juntamente com a comunidade manifestaram sua fé em Deus e em Santo Expedito. No 2º dia tivemos uma surpresa da visita do Padre Eduardo de Santa Fé do Sul que presidiu a Santa Missa com o tema os grupos de rua da Comunidade. Em sua homilia falou sobre a fé em Cristo e de sua importante permanência conosco: Fica conosco Senhor, já é tarde e à noite já vem!!! Já no 3º dia celebrou conosco o nosso querido Padre Joilson onde retratamos e glorificamos a Deus os Movimentos e Pastorais que atuam na Comunidade. O grande dia foi na sexta-feira onde com a nossa grandiosa procissão com a imagem do patrono, a comunidade exaltou o nome de Santo Expedito, o Santo das causas urgentes... presidiu a Missa o Padre Geraldo que em sua homilia falou do nosso grande Santo das causas urgentes... 


Quero agradecer imensamente a comunidade que participou conosco nestes 4 dias de Celebrações. Ao casal que celebrou o 1º dia e aos Padres que presidiram a Missa. Aos Ministros da Eucaristia e aos grupos de liturgia. Muito obrigado também aos grupos de cânticos convidados: 


1º dia: José Roberto, Fátima e Madalena.

2º dia: Maria Auxiliadora, Alcino, Sebastiana, Airton

3º dia: Romisa, Marinalva,


Que Santo Expedito acolha as intenções levadas ao altar do Senhor... que sob a proteção de Nossa Senhora o Senhor Deus continue os abençoando...


SANTO EXPEDITO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS!!!

1º dia...















2º dia...


















3º dia....





























Procissão e Missa...






























2 PAPAS E 2 SANTOS...
 



 PAPAS JOÃO PAULO II E JOÃO XXIII SE TORNAM SANTOS NESTE DOMINGO


 


Cerca de 800 mil peregrinos são esperados em Roma neste fim de semana para a cerimônia de canonização dos papas João Paulo II e João XXIII, que será realizada a partir das 10h locais (5h de Brasília) na Praça São Pedro, no Vaticano. A canonização dupla será especial por reunir em um único evento a “presença” de quatro Papas – os dois que serão canonizados, o Papa Francisco, e o Papa emérito Bento XVI, que estará presente.


Os dois futuros santos estão tão próximos no tempo que suas causas se entrelaçam, até o ponto de o segundo deles, João Paulo II, ter sido o encarregado de decretar as "virtudes heroicas" e a beatificação de João XXIII. Juntos, eles simbolizam a abertura para o mundo e a confiança de ser católico: faces complementares nas quais o Papa Francisco se reconhece.

Ambos os pontífices, cuja bondade e carisma fizeram com que após sua morte fossem solicitadas suas beatificações por aclamação, atravessaram nos últimos anos um complexo processo de canonização, requisito “sine qua non” para se tornar um santo católico.

João Paulo II será canonizado apenas nove anos após sua morte, em 2005. O segundo milagre atribuído ao polonês Karol Wojtyla, que nasceu em 1920 e liderou a Igreja Católica entre 1978 e sua morte, foi reconhecido pelo Vaticano em julho do ano passado.  Já João XXIII, que foi papa entre 1958 e 1963, será canonizado com apenas um milagre comprovado.

A cerimônia de canonização terá os mesmos moldes de uma missa e será mais simples, sóbria e sem extravagâncias, segundo o Vaticano. Em 2011, a beatificação de João Paulo II, feita por Bento XVI, durou três dias e custou cerca de US$ 1,65 milhão, reunindo 1,5 milhão de fiéis na praça e arredores, segundo a polícia de Roma.

O Papa Francisco chegará à praça com uma procissão ao ritmo da ladainha dos santos. E, diante dos gigantes retratos dos dois papas exibidos na fachada da Basílica do Vaticano, pronunciará as palavras que ficarão gravadas para sempre no "registro celestial", daqueles a que todos os católicos são convidados a orar pedindo ajuda para sua vida terrena.

Francisco concelebrará uma missa solene com cinco prelados, entre eles o bispo de Bergamo (cidade natal de João XXIII), Francesco Beschi, e o ex-secretário particular do papa João Paulo II e arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz.


Freira da Polônia segura imagem do Papa João Paulo II, neste sábado (26), em frente ao Vaticano (Foto: AP Photo/Emilio Morenatti) 
(Freira da Polônia segura imagem do Papa João Paulo II, neste sábado (26), em frente ao Vaticano (Foto: AP Photo/Emilio Morenatti)
As autoridades locais estimam que até 3 milhões de pessoas possam ir ao Vaticano neste domingo – entre moradores locais e os 800 mil peregrinos que devem viajar até Roma. Os poloneses – conterrâneos de João Paulo II, devem ser os estrangeiros mais numerosos. Trens especiais foram colocados em circulação para a viagem desde a Polônia.

Até agora, foi confirmada a presença de 19 chefes de Estado, 24 primeiros-ministros e 23 ministros de diversos países, segundo o governo italiano.

A cerimônia será realizada do lado de fora da Basílica de São Pedro, para que mais pessoas possam participar. Telões serão espalhados na Praça e pela cidade de Roma, que  terá um esquema especial de trânsito para a celebração, com bloqueio de ruas e reforço nos transportes públicos.

A entrada será liberada e gratuita, sem a necessidade de ingresso – os fiéis terão que passar apenas por detector de metais, algo normal nas grandes celebrações na Praça São Pedro.

Vigília
 
A celebração dos novos santos começa já na noite deste sábado (26), a partir das 21h locais, quando será realizada a chamada “noite branca de oração”. Diversas igrejas no centro de Roma ficarão abertas para aqueles que quiserem rezar e se confessar.


No domingo, após a canonização, a Basílica de São Pedro ficará aberta em um esquema especial, até 1h de segunda-feira (28). Os peregrinos poderão visitar o túmulo dos dois papas, no subsolo da igreja.
 
Processo 
 
A primeira etapa da canonização é ser reconhecido Servo do Senhor. Para isso, os postuladores da causa apresentam um relatório à Santa Sé, que, após examiná-lo, tem que emitir o decreto “Nihil Obstat”.



Papa João Paulo II visita a cidade de Porto Alegre em 1980 (Foto: Alfredo Rizutti/Estadão Conteúdo)
Papa João Paulo II visita a cidade de Porto Alegre em 1980 (Foto: Alfredo Rizutti/Estadão Conteúdo)
Com este decreto, é iniciado oficialmente o processo, e o postulante é nomeado Servo do Senhor. O processo de João XXIII foi aberto em 1965, dois anos após sua morte, enquanto o do pontífice polonês começou no ano de seu falecimento, em 2005, por desejo expresso de seu sucessor, Bento XVI, que eliminou o requisito canônico de se esperar cinco anos após a morte para o início do trâmite da causa.

A etapa seguinte consiste em reconhecer suas “virtudes heroicas”, um título que os transforma em Veneráveis Servos do Senhor.

Para que isto ocorra, uma comissão jurídica do Vaticano se reúne para estudar a ortodoxia dos textos que publicaram em vida e para analisar os testemunhos de pessoas que os conheceram.
Em seguida, o relator do processo, nomeado pela Congregação para a Causa dos Santos, elabora um documento denominado “Positio”.

Um compêndio dos relatos e dos estudos realizados pela comissão, assim que aprovado pelo pontífice, concede o título de Venerável Servo do Senhor, o segundo passo em direção à santidade.
João XXIII tornou-se Venerável em 1999, mais de três décadas após sua morte, enquanto João Paulo II obteve o título em 2009, quatro anos depois de seu falecimento.
 
Milagres
 
Após serem considerados Veneráveis, o passo seguinte é o da beatificação. Ser beato, ou bem-aventurado, significa representar um modelo de vida para a comunidade e, além disso, que essa pessoa tem a capacidade de agir como intermediário entre os cristãos e Deus.


Por esta razão, para alcançar este grau, é imprescindível o testemunho de um milagre que tenha sido realizado graças à intercessão do Venerável.


Foto de 15 de abril de 1963 mostra o Papa João XXIII em sua mesa de trabalho no Vaticano (Foto: Luigi Felici/AP) 
(Foto de 15 de abril de 1963 mostra o Papa João XXIII em sua mesa de trabalho no Vaticano (Foto: Luigi Felici/AP)
Ao papa italiano foi atribuída em 2000 a cura da religiosa italiana Caterina Capitani, que esteve a ponto de morrer por uma perfuração gástrica hemorrágica com fístula externa e peritonite aguda. Ela conta que, após pedir um milagre a João XXIII, conseguiu sobreviver.

Já ao papa polonês são atribuídas centenas de milagres, embora para sua beatificação, em 2011, tenha sido imprescindível o caso da freira francesa Marie Simon Pierre, que sofria de Parkinson (a mesma doença que João Paulo II tinha) e cuja cura, de acordo com os médicos externos convocados pelo Vaticano, “carece de explicação científica”.

Com estes milagres realizados por intercessão divina dos pontífices tendo sido aprovados, João XXIII e João Paulo II subiram oficialmente aos altares como beatos da Igreja Católica, o primeiro em 2000, e o segundo, em 2011.

Depois disso, ainda é preciso passar por mais uma fase para encerrar o complexo processo.

Trata-se da canonização, sua proclamação como santos, para a qual é requisito imprescindível um novo milagre, que deve ocorrer após sua nomeação como beatos. É aqui onde se dá outra particularidade que caracteriza a causa de João Paulo II e João XXIII.

No caso do italiano, o Papa Francisco, em 2013, decidiu canonizá-lo sem ter sido certificado o  segundo milagre. A decisão do Papa de canonizar João XXIII sem registro de milagre, algo não muito frequente nas últimas décadas, é uma prerrogativa do chefe da Igreja, segundo as normas do Vaticano.

Já João Paulo II, intercedeu, segundo a Igreja, na cura de uma mulher costarriquenha que sofria de um grave aneurisma cerebral e que, segundo os médicos, tinha apenas um mês de vida.

Esta mulher, Floribeth Mora Díaz, que participará da cerimônia deste domingo, garante ter ouvido a voz do papa polonês afirmando: “Levante-se, não tenha medo”, quando estava internada em um hospital. E após ouvir estas palavras, começou seu processo de cura, inexplicável para a ciência.


Mulher passa por posteres e cartões postais com a imagem do Papa João Paulo II em Roma (Foto: Stefano Rellandini/Reuters) 
(Mulher passa por pôsteres e cartões postais com a imagem do Papa João Paulo II em Roma)(Foto: Stefano Rellandini/Reuters)

quarta-feira, 23 de abril de 2014

 A MISSA É CHATA E REPETITIVA? ENGANO SEU...


A Missa é o céu na terra, ao participarmos dela temos verdadeiro acesso aos mistérios celestiais


Das mensagens que recebo, muitas falam da Santa Missa, em geral como um evento repetitivo e 
monótono. Primeiramente, é necessário deixar bem claro que a Missa não é um momento de entretenimento. Não é uma atração cultural ou a celebração de uma festa. Muito pelo contrário, durante a Santa Missa são travadas grandes batalhas espirítuais que vão muito além de repetidos e rotineiros rituais.

Outro ponto que quero esclarecer, antes de entrar no tema, é que a maioria das pessoas que falam sobre a monotonia da Missa são católicos por profissão de fé, ou seja, muitos católicos ainda não tem a real dimensão do que é a Santa Missa, passam a vida toda só vendo a superfície, em vez de se aprofundarem em seus mistérios.

Nesse ponto é bom observar a negligência de alguns sacerdotes em não passar ao público o real valor da Eucaristia e da Liturgia. Confesso que já participei de uma Missa que durou em torno de meia hora, eu fiquei abismado, pois o padre parecia mais um locutor do Jóquei Clube do que um sacerdote no Altar.

A Missa é a representação terrena do banquete de núpcias do Cordeiro de Deus. De todas as coisas católicas, não há nada tão familiar quanto a missa. Com suas orações, hinos e gestos sempiternos, a missa é como um lar para o Cristão. Poucas pessoas percebem o drama sobrenatural inserido na vivência de uma liturgia dominical.

O Papa João Paulo II chamou a missa de "... o céu na terra...", ele explicou que "... a liturgia que celebramos na terra é misteriosa participação no céu...". Nós vamos ao céu quando vamos à missa, a isso diz respeito a toda missa, independente da qualidade da música ou do fervor da homilia. A missa é o céu na terrra.

Desde os escritos dos primeiros cristãos, existem referências à Liturgia, à Eucaristia e ao Sacrifício. O Concílio Vaticano II, na Constituião sobre a Sagrada Liturgia, declara:

"Na liturgia terrena participamos da liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos. Lá, Cristo está sentado à direita de Deus, ministro do santuário e do tabernáculo verdadeiro; com toda a milícia do exército celestial entoamos um hino de glória ao Senhor e, venerando a memória dos santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareçamos com ele na glória."

Este é o verdadeiro céu, este é o verdadeiro acesso, a Santa Missa.




quarta-feira, 16 de abril de 2014

MISSA DOS SANTOS ÓLEOS EM JALES

Na noite de terça-feira Santa houve na Diocese deJales a Missa dos Santos Óleos onde pela bênção do Bispo diocesano Dom Demétrio foram abençoados os santos óleos do Crisma, dos Enfermos e dos Catecúmenos.... todos os Padres da Diocese participaram deste momento onde também renovaram os seus votos sacerdotais. No final da Celebração foram entregues os Santos Óleos as Paróquias e Comunidades. Em nossa Comunidade, o casal João e Ana Rubio foram buscar os óleos onde serão apresentados a Comunidade na Missa da Instituição da Eucaristia na quinta-feira Santa.

 






















domingo, 13 de abril de 2014

DOMINGO DE RAMOS: A ENTRADA DE JESUS A JERUSALÉM...


O caminho da salvação está na humildade!



”E Ele foi encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Filipenses 2,8).


Neste Domingo de Ramos e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, nós contemplamos o ministério da redenção humana. Primeiro, em Jesus exaltado no meio do Seu povo e, entramos de uma forma triunfante e  gloriosa em Jerusalém. O povo aclama: ”Hosana nas alturas, bendito é aquele que vem em nome do Senhor”.

O Senhor, que entra triunfante em Jerusalém, é o Senhor que vai morrer injustamente condenado em uma cruz como o pior dos malfeitores. Há um povo que aclama Jesus; há um povo que nega Jesus; há um povo que vai depois contemplar a glória desse mesmo Deus.

Nós, hoje, queremos olhar para a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Claro, sem perder de vista a Sua ressurreição gloriosa. Ele, neste domingo, quer nos convidar a entrarmos em um mistério profundo do drama, da paixão, da dor e do sofrimento d’Ele. Cristo, que assumiu ser homem como nós e, uma vez que Ele assumiu a nossa humanidade, ser um de nós; no meio de nós Ele se humilhou sempre mais!

Humilhar quer dizer: rebaixar-se, colocar-se abaixo dos outros; não acima, não superior aos outros. Jesus não quis ser mais do que ninguém, não quis ser aclamado, exaltado, louvado, purificado. Não, Ele quis ser um de nós! Ele quis viver, no meio de nós, tudo aquilo que a humanidade vive: seus dramas, suas lutas, seus sofrimentos. Abraçou aquilo que muitos seres humanos precisam abraçar na Sua vida: a dor da injustiça, a dor da maldade humana e, mesmo sem pecado, Ele seguiu adiante carregando a Sua cruz.

Nosso Senhor Jesus Cristo, Nosso Deus amado, humilhado por causa dos nossos pecados, é, hoje, exaltado no mundo inteiro. Mas não se exalta o Senhor sem primeiro entrar no mistério da Sua humilhação; para que nós também, meus irmãos, sejamos curados das humilhações que sofremos em nossa vida. Para que descubramos sempre mais que o caminho da salvação está na humildade, não no orgulho, na exasperação ou na exaltação humana.

Que nós, hoje, possamos aprender a percorrer os caminhos de Jesus, que nós possamos aprender a percorrer a estrada e a via da humildade; onde estão os humildes, onde estão os rejeitados. Onde nós saibamos também crescer com as humilhações, com as rejeições e com as contrariedades da própria vida.

Que não fiquemos prostrados com aquilo que sofremos, mas que possamos crescer, como Nosso Senhor triunfou gloriosamente de Sua Paixão.
 
Deus abençoe você!

FONTE: http://homilia.cancaonova.com/

HOSANA HEY! HOSANA HA!