domingo, 13 de setembro de 2015

ENCONTRO SETORIAL DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO EM SUZANÁPOLIS

No dia 13/09 os membros do Apostolado da Oração das cidades de Ilha Solteira, Pereira Barreto, Sud Mennucci, Bandeirantes D´Oeste e Suzanápolis se reuniram na cidade de Suzanápolis para o seu encontro setorial. Foi um grande momento de Fé junto ao Coração de Jesus.

Presidiu o encontro o nosso Pároco o Pe. Fábio Junio que nos mostrou a importância da Eucaristia na Igreja. Dentre os pontos principais podemos citar:

- A Eucaristia como Sacramento;
- Os sete Sacramentos;
- Deus comunica seu amor através dos Sacramentos;
- Nas Missas e Eucaristias devem ser acolhedoras para podermos nos setir bem;
- Eucaristia sacramento da unidade;
- Jesus é o crucificado e o ressuscitado;
- É pela Eucaristia que somos filhos amados de Deus;
- A Eucaristia é sacrificio existencial... Doação de Jesus;
- O Pão representa o corpo de Cristo: alimento, tudo o que o cristão necessita;
- O Vinho é o Sangue de Cristo: alegria que deve estar presente na vida de todo batizado;
- Não se pode comungar a Eucaristia com rosto de sexta-feira santa;
- Eucaristia: Memorial;
- Eucaristia: Memória;
- Eucaristia antecipa a vida eterna;

Logo após o encontro tivemos o encerramento com a Santa Missa!

Por isso agradecemos a esta paróquia que nos acolheu com carinho e amor. 

Aos Padres que Participaram deste encontro: Padre-Max Pelarim, Pe. Fábio Junio e Pe. Sebastião Alástico 

E aos membros do Apostolado da Oração, especialmente os que representaram a nossa Comunidade Santo Expedito: Julia (Coordenadora), Vitor Rafael (Vice-coordenador), Hilda, Afonsina e Jovelina (membros do A.O)

Que o Sagrado Coração de Jesus abençoe a todos!!!

CRÉDITOS (FOTOS): Vitor Rafael





































LITURGIA DO 24º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tudo na vida só se edifica se há capacidade de renúncia, de renunciar à própria vontade depois de abraçar a cruz que está aí para nos salvar e nos santificar.
Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga” 
(Marcos 8, 34).
Jesus está diante de Seus apóstolos com uma pergunta fundamental que precisa ser feita, a cada dia, para nós: “Quem dizem os homens que eu sou?” (Marcos 8, 24). Podem vir muitas respostas a respeito de Jesus: ‘Ele é o profeta! É um enviado! Ele é um rabi, um mestre! É João Batista que voltou! É o Espírito de João Batista em Jesus!’.
No entanto, a resposta essencial que Pedro dá é: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo“(Marcos 8, 29). A resposta de Pedro precisa vir acompanhada do verdadeiro sentido do ‘messianismo’, do Messias que é Jesus.
Porque, a verdade é uma só, os judeus tinham apenas uma compreensão do Messias, olhavam para ele [o Messias] apenas como o ungido, cheio de glória, de esplendor; como aquele que vem e reina sobre todos. Mas, o reinado de Cristo começa nos corações, começa no meio de nós!
O reinado de Cristo não começa de cima; começa de baixo, quando Deus vem e assume ser o que somos, assume nossa natureza humana com suas fragilidades, com seus fracassos, com suas enfermidades.
O Messias é o servo sofredor e, por isso, Jesus começa a falar de si mesmo, não dando destaque à glória. Ele não nega que é verdade, que é Senhor da glória, mas não há messianismo que não passe, primeiro, pela cruz, pela paixão redentora.
Muitos discípulos de Cristo querem negar a cruz do Senhor, querem viver a religião da prosperidade, da bonança, querem viver a religião da exaltação do sucesso e do êxito.
Seguir Jesus é sinônimo de, a cada a dia, ser capaz de renunciar a si mesmo. Muitas vezes, ser discípulo de Jesus significa não ter bom nome, não ter boa aceitação, não ser bem reconhecido. O discípulo de Jesus não é sempre sinônimo de aplausos, de reconhecimentos humanos, mas de renunciar a si mesmo e abraçar a cruz de Cristo.
A mística da renúncia está presente em cada etapa da espiritualidade humana. Não existe casamento, não existe vida familiar se não houver renúncias! O homem precisa renunciar à sua condição de solteiro, de gostos próprios, de vontades próprias para viver a dimensão e as exigências próprias do matrimônio; a criação que exige os filhos, a necessidade de ouvir aquilo que é próprio do seu cônjuge e, assim por diante.
Tudo na vida só se edifica se há capacidade de renúncia, de renunciar à própria vontade depois de abraçar a cruz que está aí para nos salvar e nos santificar.
A vida por si mesma com suas pelejas, com suas durezas, com suas dificuldades, com seus entraves é para nós um chamado a entendermos que cruz não é peso, não é castigo. É bênção, é sinal de que estamos no caminho de Cristo Jesus!
"Mas, o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado." (Is 50, 7)

FÉ!!! Eu tenho e você???



E para vocês, quem é Jesus???


A cruz esta vazia pois Ele Ressuscitou... 
que nós possamos também carregar a nossa Cruz e termos a certeza de nossa ressurreição também!!!


“Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salvá-la”. (Mc 8, 34-35)



Que Jesus possa nos ajudar a carregar a nossa Cruz!!!


"Hoje a liturgia nos pergunta: quem é Jesus para nós? O Salvador, o Redentor, o nosso Pai.... A caridade é essencial na vida das pessoas.... a Fé também.... Ter uma Fé com obras é dever de todos.... O cristão que é cristão vive pela Cruz.... Não há cristão sem Cruz.... A nossa Cruz já nos mostra a nossa morte e a gloriosa ressurreição junto de Deus [...]"

(Partes da Homilia de ontem do Padre Geraldo Silva 



domingo, 16 de agosto de 2015

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA...


Com alegria na liturgia de hoje celebramos a 
Assunção de Nossa Senhora!!!

Devemos colaborar com os desígnios de Deus e nos esforçar para viver a santidade para que, assim como Maria, a primeira eleita, sejamos dignos de um dia estar também na glória de Deus.
Então apareceu no céu um grande sinal: uma Mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas” 
(Ap 12,1).
Nós hoje celebramos a grande Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Nós hoje reconhecemos e professamos que Maria – após uma vida santa e bem-aventurada aqui na terra, ela que foi concebida sem pecado e viveu uma vida sem pecado e morreu sem ter experimentado o pecado e, em estado da graça de Deus, cujo corpo não se corrompeu e não se manchou – foi preservada e se preservou para Deus. Por isso Nossa Senhora foi digna de ser assunta [ao céu] de forma corpórea para estar na presença de Deus.
Essa é uma realidade que viveremos em nossa vida se formos considerados dignos na eternidade, na ressurreição final. Maria já foi assunta, assumida e colocada no céu como a primeira eleita, escolhida como aquela que colaborou plenamente de corpo, alma e espírito com os desígnios de Deus. Por isso Nossa Senhora foi digna de tão grande graça e digna de tamanha glória [ser assunta ao céu].
Quando olhamos para a Virgem Maria assunta ao céu, o primeiro sentimento que vem ao nosso coração deve ser o sentimento de santidade. Deus tem um prêmio, Deus tem uma coroa aos santos, aos justos, aos honestos e àqueles que não se deixam envolver pela corrupção deste mundo, porque este corrompe a nossa cabeça, o nosso coração e também o nosso corpo.
Nós não nos entregamos às paixões nem às devassidões deste mundo para que sejamos preservados para Deus. E isso vale para a nossa mente, para nossos pensamentos e para tudo aquilo que temos dentro de nós. Isso vale para o nosso coração, para os afetos da nossa alma e para as paixões que, muitas vezes, nos envolvem. É importante não nos corrompermos e nos preservarmos.
A graça que o batismo concedeu a nós foi justamente esta: se não nascemos imaculados, o batismo lava a marca do pecado que há em nós. E se nos sujamos na caminhada, é preciso nos lavar, nos purificar e nos renovar. E é isso que o sacramento da confissão realiza em nossa alma: torna a nossa alma pura e sem mácula para que ela seja digna da glória futura.
Da nossa parte deve haver a colaboração e o esforço para que, assim como Maria, a primeira eleita, sejamos dignos de um dia estar também na glória de Deus!
Olhemos para a Virgem Maria! Ela é para nós um sinal de esperança e confiança de que aquele que serve a Deus, aquele que se dispõe a viver a vontade d’Ele é cuidado, preservado, salvo e glorificado pelo Senhor.
Olhamos, hoje, para Maria, assunta e glorificada no céu, e queremos um dia também com ela estar. Mãe de Deus, Senhora nossa, Maria assunta ao céu, rogai também por nós para que sejamos preservados de todos os pecados e nos conservemos santos. E para que lutemos pela nossa santidade, pela santidade da nossa alma, do nosso corpo, do nosso espírito e da nossa mente para que, um dia, inteiros, estejamos com a Senhora na glória de Deus. Amém!
Na alegria da Assunção de Nossa Senhora, rendemos glórias a Ela pelas necessidades alcançadas por seu intermédio junto a Deus em nossas vidas!!!

Maria é elevada ao céu. Alegre-se os coros dos anjos. ALELUIA!!!


Um grande sinal apareceu no céu: uma mulher que tem o sol por manto, a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça (Ap 12,1).



Ó Maria Assunta ao Céu, intercedei por nós junto de seu Filho Jesus!!!


Uma das grandes maravilhosas de venerar Maria: sua intercessão lá do céu junto de se Filho...


Abençoai Senhora da Assunção nosso Bispo Dom Demétrio, os Padres, Diáconos, Seminaristas e Irmãs de toda Diocese de Jales com seu zelo e proteção Materna!!!


Maria da Assunção escuta a nossa voz e pede proteção a cada um de nós...♫♫




OREMOS:

Deus eterno e todo-poderoso, que elevastes à glória do céu, em corpo e alma, a imaculada virgem Maria, mãe do vosso filho, dai-nos viver atentos às coisas do alto, a fim de participarmos da sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.



terça-feira, 4 de agosto de 2015

TÚ ÉS SACERDOTE PARA SEMPRE...


Com muita alegria celebramos o dia dos Padres!!!


A todos os Sacerdotes do Mundo inteiro a bênção de Deus pelo dia em que celebramos vocês, os vossos chamados!!!


E de um modo particular saudamos o nosso Pároco Pe. Geraldo Silva: querido Padre, obrigado pelo seu SIM a Deus... obrigado pelos seus trabalhos realizados em nossa Comunidade Ilhense... que Deus abençoe-te cada vez mais e que Maria, Mãe das Vocações interceda por vós junto de Deus!!!









E por que não também desde já parabenizar o nosso futuro Padre, o Diácono Fábio Junio... obrigado menino de ouro pelo seu SIM a esta vocação... Que Deus te inspire sempre os bons propósitos que Maria, Mãe das Vocações interceda por vós junto de Deus!!!








“Se não tivéssemos o sacramento da Ordem, não teríamos Nosso Senhor. Quem o colocou no tabernáculo? O padre. Quem foi que recebeu nossa alma à entrada da vida? O padre. Quem a alimenta para lhe dar força de fazer sua peregrinação? O padre. 
(São João Maria Vianney)


O PADRE...♫♫









SÃO JOÃO MARIA VIANNEY, 
ROGAI POR NÓS E PELOS SACERDOTES...


Exemplo de santidade, de dedicação e perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de Deus
Com admiração, alegramo-nos com a santidade de vida do patrono de todos os vigários, conhecido por Cura D’Ars. São João Maria Vianney nasceu em Dardilly, no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.
Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.
Ele era um cristão íntimo de Jesus Cristo, servo de Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).
João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.
Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de santidade, de dedicação e perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.
GRANDE EXEMPLO DE PRESBÍTERO...

OREMOS:

Deus de poder e misericórdia, que tornastes são João Maria Vianney um pároco admirável por sua solicitude pastoral, dai-nos, por sua intercessão e exemplo, conquistar no amor de Cristo os irmãos e irmãs para vós e alcançar com eles a glória eterna. 
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.